A promessa de um mundo sem guerra
Ecoa no silêncio da oração
E em algum momento da vida inteira
O homem pergunta ao coração
Se Deus existe, por que a dor persiste?
Por que o mundo insiste em sangrar?
Se há poder que tudo controla e assiste
Por que deixa o mal caminhar?
Sua desobediência levanta perguntas no ar
Que ninguém consegue calar
E o céu parece distante demais pra responder
O que o homem insiste em não entender
Quem tem o direito de decidir
O rumo da Terra, o fim ou o porvir?
Se os caminhos não são os nossos caminhos
Quem vai guiar os destinos sozinho?
Quem vai conduzir as nações à paz?
Se o mundo inteiro ainda quer mais
Uma transformação vai surgir enfim
Visível como um monte diante de mim
Meus pensamentos não são os vossos pensamentos
Ecoa como trovão no coração
E cada dúvida vira fragmento
De uma busca por direção
A humanidade tenta ser soberana
Mas tropeça no próprio querer
E a resposta que o tempo derrama
É difícil de compreender
E ainda assim seguimos perguntando ao vento
Procurando sentido no sofrimento
Mas há algo maior além da razão
Chamando a atenção do coração
Quem tem o direito de decidir
O rumo da Terra, o fim ou o porvir?
Se os caminhos não são os nossos caminhos
Quem vai guiar os destinos sozinho?
Quem vai conduzir as nações à paz?
Se o mundo inteiro ainda quer mais
Uma promessa vai se cumprir enfim
Como luz que rompe o jardim
Talvez a resposta não esteja no homem
Nem no poder que ele construiu
Mas em algo que o tempo consome
E ainda assim nunca caiu
Quem tem o direito de decidir
Se há um destino maior por vir?
Se os caminhos não são os nossos caminhos
Existe uma luz nos nossos destinos
Quem vai conduzir as nações à paz?
Uma promessa que não se desfaz
E uma transformação vai surgir enfim
Visível como um monte diante de mim
Uma promessa
De um mundo sem guerra