Rejeito O Atalho

Valdiner Pereira

A integridade não precisa de plateia
Não busca aplauso, não aceita a vaidade
Quando os olhos do mundo se apagam
É que se revela a nossa verdade
No quarto escuro, onde ninguém está vendo
É o meu caráter que o Senhor vai moldando

Rejeito o atalho, a facilidade ilusória
Que promete o mundo, mas rouba a paz
Eu escolho o caminho que honra a Tua glória
Pois o Teu olhar me satisfaz
Tratar com dignidade quem não tem nada a me dar
É o teste secreto que me ensina a amar

Minhas escolhas silenciosas dizem quem eu sou
Quando ninguém vê, eu sei para onde vou
A Tua presença se reflete em meu altar
No secreto, no silêncio, onde queres habitar
Princípios firmes que o tempo não vai apagar

Não depende de quem está por perto observando
A retidão é o perfume que exala do altar
Em qualquer ambiente, o Teu nome eu vou honrando
Mesmo que o preço seja o mundo me rejeitar
A nobreza da alma não se compra com favor
Ela nasce de joelhos diante do Senhor

Que a minha vida Te honre no oculto!
Que as minhas mãos sejam limpas no escuro!
Sem máscaras, sem aparências, sem ilusão
Apenas um filho com a verdade no coração!
O Senhor me vê! O Senhor me sonda!

Minhas escolhas silenciosas dizem quem eu sou
Quando ninguém vê, eu sei para onde vou
A Tua presença se reflete em meu altar
No secreto, no silêncio, onde queres habitar
Princípios firmes que o tempo não vai apagar

Guiado por princípios
Honrando em qualquer lugar
O Teu olho me vê


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