Maledictus

Umbral (BR)

Diante do cenário se cria a serpente que começa a se alimentar
Com ouros e tolos, vai se fomentando e não há como se esquivar

A febre do ouro abala os comuns
Sangue escorre pelos dedos
Riso se espalha num tom incomum
Ceifa vidas e causa desprezo

Uns sentem frio de matar
Outros, um frio de morrer
Mazelas querem me sufocar
Querem esmagar o meu ser
Mazelas querem esmagar o meu ser

A serpente percorre por campos e lajes na intenção de sangrar
Devaneio se espalha por necessidade e te faz confundir o teu lar
Esmaga portas e janelas e isso me faz refletir
Interpretando indicador social, me deito e não posso dormir

Mazelas


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