Sobe da Nilza, pega o fim de tarde
O pastelzinho, a cervejinha, essa paz covarde
Você deitada nessa cama é arte
Você por cima é a melhor parte
Nós fica até mais tarde
Depois ela parte dizendo ninguém é de ninguém
Me manda mensagem falando da saudade que tem
Loucura dessa eu levo no talento
Você por fora é fria, nega
Deixa eu morar aí dentro
Dentro de casa se entrega
Quando é fogo não nega
Não liga se eu vivo num barraco ou num palácio
Mesmo quando a temporada é difícil
Com você e com o Flamengo
Tudo parece mais fácil
Eu segurei nos dread dela
E a gente se embolou
Eu me embolei nos dread dela
E ela se amarrou
Eu me amarrei nos dread dela e ela deu um nó
Que é pra não me perder
Fez o que achou melhor
Apresentada a mim pelas ruas do rio
Sotaque típico puxado, causa arrepio
Bala perdida num calibre de fuzil
Causando o caos, até sem obra para a avenida Brasil
Repara quando é comparada com maracanã
Todos a querem, quatro jogam pra ganhar
Acorda cedo, aproveita o rio de manhã
Suas belezas se originam do mesmo lugar
Numa cabana cigana, onde para pra relaxar
Copa cozinha uma banana de legado a se deixar
Copacabana é bacana
Ver princesinha do mar
Calçada dada às altezas, proezas de desfilar
Ao passar
Ela ao tapete de joias turquesas
Na passarela em Ipanema, as pedras portuguesas
Mais belas pernas sobre o tapete da realeza
Trilha mil trilhas, pega um bonde em santa teresa
Chopp na Lapa, fica fácil ela arrumar uma mesa
No samba, quando Sapucaí inveja a marquesa
Eu segurei nos dread dela
E a gente se embolou
Eu me embolei nos dread dela
E ela se amarrou
Eu me amarrei nos dread dela e ela deu um nó
Que é pra não me perder
Fez o que achou melhor