No sopro do vento venho chamando
Dos mares que cantam no meu ser
As ondas sussurram segredos antigos
Que falam da arte de renascer
Sou a poeira e luz viajante do tempo
Arco do cosmos em expansão
No pulsar do tambor me reconheço
Sou parte viva da criação
O Sol reflete na pele do rio
Trazendo memórias no coração
As águas dançam com o infinito
No espelho de contemplação
Sou poeira e luz viajante do tempo
Eco do cosmos em expansão
No pulsar do tambor me reconheço
Sou parte viva da criação
As estrelas acendem portais
Guiando a jornada interior
A mata respira sabedoria
O som se torna amor
Nas aldeias do céu e da terra
Ouvem-se vozes de união
Cada canto é uma lembrança
De que o universo está em comunhão
Sou poeira e luz viajante do tempo
Eco do cosmos em expansão
No pulsar do tambor me reconheço
Sou parte viva da criação
O vento sopra e leva embora
O que o ego insiste em guardar
Sou livre, sou estrela e memória
Sou o próprio ato de amar
Sou poeira e luz viajante do tempo
Eco do cosmos em expansão
No pulsar do tambor me reconheço
Sou parte viva da criação
O universo respira em mim
Em cada nota
Uma constelação