Quando o fogo toca o silêncio
E a fumaça sobe aos céus
Eu caminho entre os mistérios
Guardados além dos véus
Não venho exigir respostas
Nem dobrar forças à minha mão
Eu honro os nomes antigos
Que atravessaram gerações
Das páginas marcadas pelo tempo
Dos selos traçados no chão
Ecoam vozes esquecidas
Chamando através da escuridão
Cada nome guarda um caminho
Cada selo uma direção
Cada espírito um mistério
Além da compreensão
Que as chamas revelem
O que os olhos não podem ver
Que os antigos guardiões
Escutem meu reconhecer
Eu honro os nomes antigos
Que o tempo não apagou
Guardados entre símbolos
Que o véu jamais levou
Eu honro os nomes antigos
Na chama que permanece acesa
Não por medo ou por desejo
Mas por respeito à sua presença
Paimon
Astaroth
Marbas
Buer
Purson
Vassago
Barbatos
Agares
Que os nomes ecoem
Além do véu
Não busco ouro nem coroas
Nem promessas de poder
Busco a sabedoria escondida
Que poucos ousam compreender
Entre velas e silêncio
Entre sombras e claridade
Os nomes atravessam eras
Carregando sua identidade
Setenta e dois caminhos
Setenta e duas vozes
Guardadas pelo tempo
Além das velhas noites
E quando o círculo se fecha
E o último símbolo é traçado
Os nomes permanecem vivos
Enquanto forem lembrados
Eu honro os nomes antigos
Que o tempo não apagou
Guardados entre símbolos
Que o véu jamais levou
Eu honro os nomes antigos
Na chama que permanece acesa
Não por medo ou por desejo
Mas por respeito à sua presença
Paimon
Astaroth
Marbas
Buer
Vassago
Purson
Os nomes antigos
Ainda ecoam