O Livro Aberto

Paulo José Bezerra

No silêncio do trono, um choro se ouviu
João contemplava o livro selado
Ninguém na terra, nem no céu se achou
Digno de abrir o que estava oculto
Mas o ancião disse: Não chores mais
Pois o leão de Judá a batalha venceu
Ele é o cordeiro que o sangue verteu
E a história do homem em suas mãos recebeu

De glória em glória, o mistério desceu
Na nuvem de anjos, o sinal apareceu
Sete trovões ecoando em sunset
Revelando o que o homem jamais compreendeu

Os selos se abriram, o dia chegou
A voz do sétimo anjo a trombeta tocou
Não há mais mistério, a noiva despertou
Pois o dono do livro a sua face mostrou
Amém, o cordeiro o livro tomou
Amém, a palavra a nós se revelou

O primeiro cavalo, o engano desfeito
O mistério da iniquidade exposto à luz
Atravessando as eras, o plano perfeito
Nos conduzindo de volta à cruz
É o tempo do fim, a luz do entardecer
A semente colhida, pronta para subir
O que estava selado passamos a ver
Para em corpo glorioso ao mestre ir

Sete anjos, sete vozes, uma única mensagem
Preparando o caminho para a última viagem
Do calvário ao trono, do trono ao altar
O mistério de Deus acaba de se completar
(Santo, santo, é o cordeiro que abriu os selos)

Os selos se abriram, o dia chegou
A voz do sétimo anjo a trombeta tocou
Não há mais mistério, a noiva despertou
Pois o dono do livro a sua face mostrou
Amém, o cordeiro o livro tomou
Amém, a palavra a nós se revelou


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