Revolta!
Acordar em meio aos pregos
É difícil caminhar
Indignado com tudo
Designado a trabalhar
Pra alguém que constrói castelos
A meta sobe
E o meu dia nunca terminaaa
Se controlar não é possível, então
Revolta!
Se deixar levar
Nunca ter medo dos seus ideais!
Cada um tem seu muro de concreto
O meu levanto dia a dia
Pra sonhar com o meu castelo
Tudo o que eu não posso é desanimar
Num mundo de gente com martelos
Dias que não podem terminar!
(Não podem terminar!)
(Revolta!)
Na contramão, todos me olham
Todos me julgam sem razão
Sociedade sem união
Sobrevivendo a cada dia
Onde o respeito não tem valor
Concorrência, indecência, violência
E o incentivo de todos é a dor
Se controlar não é possível, então
Revolta!
Se deixar levar
Nunca ter medo dos seus ideais!
Cada um tem seu muro de concreto
O meu levanto dia a dia
Pra sonhar com o meu castelo
Tudo o que eu não posso é desanimar
Num mundo de gente com martelos
Dias que não podem terminar!
(Não podem terminar!)
A cada queda!
A cada batalha!
Arriscar!
(Revolta!)
Um dia serei eu e mais alguém
Despertando ao som dos pássaros
Sem ninguém que me faça lembrar
O que passei
Cada um tem seu muro de concreto
O meu levanto dia a dia
Pra sonhar com o meu castelo
Tudo o que eu não posso é desanimar
Num mundo de gente com martelos
Dias que não podem terminar!
(Não podem terminar!)