Como uma carcaça
Esse tal corpo perdura
É inevitável o seu caminhar
Eu achava que podia, entender o que há dentro de mim
Mas ao colher meus frutos, percebi que sempre fui assim
Uma era que precisa voltar!
Eu
Não preciso mais me provar
Ao mundo eu vou mostrar
Tudo que planejei
O crânio quase explodindo tentando suportar o cérebro
Pensamentos constantes, almejo um futuro, eu vejo
Como que pode um corpo morto, ser majestosamente valioso?
Porque está
De portas abertas?
Vou ordenar
Então sigam minhas regras
A cada meu conhecimento
Fica tão valioso com o tempo
Grandes faces são presas, a si mesmas
Tão lindas ao belo relento
A oportunidade nunca se sai
Ao individuo que se foi, não mais
Será inutil nas mãos de quem vai
Trazer a perfeição a era
Nas paredes ecoam os gritos
Cabeças abrem como um ciclo
De vinculos em vinculos, presos ao infinito
Desatados laços
Formados ao mínimo
Aaaah, porque está de portas abertas?
Vou ordenar então sigam minhas regras
Um pedaço de carne podre não tem salvação
Nenhum verme de vocês vai merecer o meu perdão
Seu desespero, medo, ódio
Não vão importar
Não enxerga o quão frágil é
A sua carcaça
Por isso eu sigo caminhando entre corpos
Tudo a sua volta caindo aos destroços
Coisas horríveis que você nunca sonhou ver
Você vai preferir ver o mundo queimar
Sua mente não consegue controlar?
Então eu vou
Vou, vou, vou, vou
Maldições dominando tudo
Maldições dominando o mundo
Maldições dominando tudo
Você vai desistir do seu mundo
Maldições dominando tudo
Maldições dominando o mundo
Maldições dominando tudo
Maldições dominando tudoooo