Na pele, escrevemos o silêncio do que não falamos
O toque perdido, o abraço que não buscamos
Cicatrizes de um passado marcado por rejeição
Entre querer amar e temer a solidão
Deixe o amor fluir, descarte o medo com gratidão
Aproveite as feridas como portal pra transformação
Seja seu próprio céu e terra, deixe a sua luz brilhar
A alma da pele pede um tempo pra respirar
Carregar críticas como pedras no coração
Aguça a guerra interna, dificulta o perdão
Pra quê afastar ou se esconder, se o desejo é se mostrar?
Libere as barreiras, escolha se entregar
Há um grito guardado que precisa ser ouvido
Rejeição tão antiga deixou o coração ferido
Então a alma cria capas pra te esconder
Ela não questiona, apenas faz couraças para proteger
Deixe o amor fluir, descarte o medo com gratidão
Aproveite as feridas como portal pra transformação
Seja seu próprio céu e terra, deixe a sua luz brilhar
A alma da pele pede um tempo pra respirar
Faça a leitura correta do que na pele a alma desenhou
O que tanto amavas e alguém te roubou?
Que às vezes te faz querer se mostrar
Mas, o medo da rejeição vem novamente te cobrar?
A cobrança estampada em cada marca
Traz autojulgamento, um peso que nunca passa
Questiono: Sou suficiente? Ou sempre vou errar?
Essa dor cobra demais, e não deixa descansar
Seja a centelha que vibra na frequência do perdão
Você é mais que essa dor, sinta a transformação
Aceite agora quem é, sem medo de existir
Abrace sua essência, deixe a luz emergir
Deixe o amor fluir, o medo se foi com o chão
Cada marca na pele é parte da canção
Que o passado registrado fique apenas na memória
A alma da pele precisa respirar agora
Olhe agora para os ciclos de tantas dores vividas
E tenha a certeza a cura só estava escondida
Por trás de capas de medo de não agradar
Mas agora veja com amor que você pode se curar