Pagode Noventa

Nathalia Bellar

Quem, eu? Nova geração?
Não
Respeita o tempo, a batucada
A madrugada e a recordação

Quem, eu? Nova geração?
Não
Respeita o tempo, a batucada
A madrugada e as macha no pulmão

Não que eu não bote fé na juventude
Eu enquanto pude
Fui boa aliada
Quando convocada cumpri a missão
Nem vou desmerecer minha saúde
Tantos fast food, altos engradado
E eu invulnerada à degradação

Enchendo a cara de canção
Enchendo a cara de cansaço
Pesando os meus passos pra outra direção
Enchendo a cara de canção
Enchendo a cara de cansaço
Hoje eu faço a nova degeneração

Porque palavra cabe no vazio
Lembrança desfocando a multidão
Sistema agoniado tá no cio
Vida real, a vida é dólar
A vida é iene, a vida é franco
A vida é peso, irmão

E se de madrugada eu me recrio
Sugando a ponta da respiração
Sistema adulterado já me viu
Vida real, a vida é dólar
A vida é iene, a vida é franco
A vida é peso, irmão

Não que eu não bote fé na juventude
Eu enquanto pude
Fui boa aliada
Quando convocada cumpri a missão
Enchendo a cara de canção
Enchendo a cara de cansaço
Hoje eu faço a nova degeneração

E se de madrugada eu me recrio
Sugando a ponta da respiração
Sistema adulterado já me viu
Vida real, a vida é dólar
A vida é iene, a vida é franco
A vida é peso, irmão

Vida real, a vida é dólar
A vida é iene, a vida é franco
Da vida nem me lembro bem
Tava falando de que? De quem?
Eu? Nova geração?
Não


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