Cândido Brilho

Natália Matos

Pra que cortinas
Se a lua é tão grande e me chama
Pra quê?

Eu quero deitar revirada na cama
E deixar o sangue descer pra cabeça
Nesse instante madrugoso e só

Trocar olhares de cândido brilho e te ver sorrir
Deixar a prata de sua presença me possuir

Sair descalça na areia do mar
Anoitecer em qualquer lugar
Ganhar teu brilho no rosto e me enfeitiçar

Atrás da dobra do mundo o luar
Na pele um sopro de incendiar
Me deixa leve, me leva pro teu lugar


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