NAS MÃO DO OLEIRO

Melvina

O que está morto hoje ressuscita
Escute a minha voz falando contigo
Alguém pensou em projeto falido
Não conhece a história que tenho contigo

Eles só viram quando você caiu
Mas a minha mão sempre te levantou
Onde quer que você vá
A minha graça vai te acompanhar

De dia, de noite eu estou cuidando
A promessa não envelheceu
Olha você aí, não morreu
Eu tenho o controle, descansa em mim

Sou eu quem cuido de ti
Sou eu quem cuido de ti
Pode faltar amigos, pode faltar dinheiro
Só não pode a minha presença te faltar

Eu nunca te deixei
E quando ninguém te viu, eu estava lá
Seus dias de guerra eu tenho acompanhado
Quando tu tens chorado pensando em parar

E hoje eu vim aqui pra gente conversar
E trazer à memória e te fazer lembrar
Você lembra?
O caminho no meio do mar, fui eu

Você lembra?
Aquele livramento
E por isso você não morreu
Você lembra?

A nuvem de dia
Coluna de fogo no deserto para clarear
Fui eu e sempre será eu
Ninguém impede o meu trabalhar

Te levanto, te refaço
Eu junto o que está quebrado
Eu sou o oleiro e sei consertar
Está em minhas mãos

Deixa eu trabalhar
Deixa eu trabalhar
Deixa eu trabalhar
Eu sou o oleiro e sei consertar

Está em minhas mãos
Deixa eu trabalhar
Deixa eu trabalhar
Deixa eu trabalhar

Está em minhas mãos
Deixa eu trabalhar
Você lembra?
O caminho no meio do mar, fui eu

Você lembra?
Aquele livramento
E por isso você não morreu
Você lembra?

A nuvem de dia
Coluna de fogo no deserto para clarear
Fui eu e sempre será eu
Ninguém impede o meu trabalhar

Te levanto, te refaço
Eu junto o que está quebrado
Eu sou o oleiro e sei consertar
Está em minhas mãos

Deixa eu trabalhar
Deixa eu trabalhar
Deixa eu trabalhar
Eu sou o oleiro e sei consertar

Está em minhas mãos
Deixa eu trabalhar
Deixa eu trabalhar
Deixa eu trabalhar

Está em minhas mãos
Deixa eu trabalhar


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