Ô novinha, eu quero te ver contente
Não abandona o bonde da gente
Que no Helipa, confesso, tu tem moral
Vinha aqui na favela pra sen-, pra sen-, pra sentar no grau
Pra sen-, pra sen-, pra sentar no grau
Pra sen-, pra sen-, pra sentar no grau
Ô novinha, eu quero te ver contente
Não abandona o bonde da gente
Que no Helipa, confesso, tu tem moral
Vinha aqui na favela pra sentar no grau
Pra sentar no grau
Pra sen-, pra sen-, pra sentar no grau
Eu te amava no tempo da escola
Mas você não me dava atenção
Pedi uma chance, até duas
Mas você só me disse não
Mas você só me disse não
Mas você só me disse não
Mas com o tempo eu parei e fiz essa canção
Vou marcar de te ver e não ir
Vou te comer e abandonar
Essa é a lei do retorno
E não adianta chorar
Vou marcar de te ver e não ir
Vou te comer e abandonar
Essa é a lei do retorno
E não adianta chorar
Vou marcar de te ver e não ir
Vou te comer e abandonar
Essa é a lei do retorno
E não adianta chorar
Essa é a lei do retorno
E não adianta chorar
Então pode ligar, me implorar
Sei que a Meiota vai te atiçar
Quando nós passar só pra atracar
E a sua memória refrescar
Eu te amava no tempo da escola
Mas você não me dava atenção
Pedi uma chance, até duas
Mas você só me disse não
Mas você só me disse não
Mas você só me disse não
Mas com o tempo eu parei e fiz uma canção
Vou marcar de te ver e não ir
Vou te comer e abandonar
Essa é a lei do retorno
Não adianta chorar
Vou marcar de te ver e não ir
Vou te comer e abandonar
Essa é a lei do retorno
Não adianta chorar
Vou marcar de te ver e não ir
Vou te comer e abandonar
Essa é a lei do retorno
Não adianta chorar
E nem me ligar, pode implorar
Sei que a Meiota, ela vai te atiçar
Quando nós passar só pra atacar
E essa memória refrescar