Blocos de concreto cinza no subúrbio
Afroage Brazil injeta cor nesse distúrbio
Arquitetura padrão, vida em série
Mas no nosso rolê ninguém interfere
Correndo nos vãos desses prédios gigantes
Tornando os dias cinzas bem mais vibrantes
O labirinto de escadas e corredores
Vira o cenário dos nossos valores
Cada bloco tem a sua rotina
Mas a nossa gangue muda a esquina
Se tudo parece igual ao redor
A nossa batida faz ficar melhor!
No meio do Danchi, o skate é o motor!
O power pop traz o verdadeiro sabor
Casas iguais, mas a alma é livre
Não há concreto que nos prive!
Afroage Brazil quebrando o padrão
Trazendo a cor pro meio do cinzão!
O oriente moderno em condomínio
Nós assumimos o total domínio
Entre rampas de acesso improvisadas
Deixamos nossas marcas gravadas
As famílias olham pela janela aberta
Perguntando se a nossa rota tá certa
Mas a certeza tá no pé no chão
E na força que move essa canção
Cada bloco tem a sua rotina
Mas a nossa gangue muda a esquina
Se tudo parece igual ao redor
A nossa batida faz ficar melhor!
No meio do Danchi, o skate é o motor!
O power pop traz o verdadeiro sabor
Casas iguais, mas a alma é livre
Não há concreto que nos prive!
O eco das rodinhas nos blocos A e B
A juventude tem pressa e quer ver
A vida brotar onde tudo é igual
O nosso som é o sinal vital!
No meio do Danchi, o skate é o motor!
O power pop traz o verdadeiro sabor
Casas iguais, mas a alma é livre
Não há concreto que nos prive!
Afroage Brazil quebrando o padrão
Trazendo a cor pro meio do cinzão!
Cores no cinza
Afroage no Danchi