Pa, pa, pa, pa rararara
Pa, pa, pa, pa rararara
(Pa, pa, pa, pa rararara)
Ei, amor
Que bom te ver mais uma vez
Mas temo o fim da avidez
Que insistia em me encontrar
Ei, amor
Eu nunca me perdoei
Mas entre os passos que cruzei
Você sempre se fez notar
Vem, amor
Vamos rir nosso final
Reviver aquela história
Desvelar o imoral
Porque
Se hoje é o que importa, então
Que a velha lucidez se vá
Mas deixe uma carta
Para o agora me encontrar
Porque
Se hoje é o que importa, então
Que a incerteza paire aqui
Mas deixe uma carta
Pra guardar o que vivi
Veja, amor
A sede encontrou o jarro
Mas temo não me saciar
Sem o seu filtro de barro
Fique aqui
Cure a minha insensatez
Onde a dor casa se fez
Sem poder remediar
Porque
Se hoje é o que importa, então
Que a velha lucidez se vá
Mas deixe uma carta
Para o agora me encontrar
Porque
Se hoje é o que importa, então
Que a incerteza paire aqui
Mas deixe uma carta
Pra guardar o que vivi
Sem rancor
Sem medo de se perder
Sem juízo pra conter
Esse pecado capital
Deixa amor
O destino escrever
O que há de acontecer
Sem qualquer ponto final
Porque
Se hoje é o que importa, então
Que a velha lucidez se vá
Mas deixe uma carta
Para o agora me encontrar
Porque
Se hoje é o que importa, então
Que a incerteza paire aqui
Mas deixe uma carta
Pra guardar o que vivi
Pa, pa, pa, pa rararara
Pa, pa, pa, pa rararara
(Pa, pa, pa, pa rararara)