Teu sorriso lindo já não tem mais graça
Não precisa mais fingir, presa no seu mundo
Teus pais não autoriza a nossa caminhada
Porque eu sou cria de quebrada e já sei de tudo
Preta, eles não sabem quando você vem
O cria de quebrada, via teu refém
E uma coisa louca
Preta, tu tem mel na boca
Gosto quando você chega assim, toda sem vaidade
Gosto quando tu diz assim: Preto, tô com saudade
E uma coisa louca
Assim, eu vou tirar sua roupa
Livre pra voar
Moleque da pedreira, cria do apurá
De segunda a sexta-feira, eu quero te encontrar
Te levar pra minha pagodeira
Te provar que tu é a primeira
Mulher, paixão verdadeira