Alô, meu povo de Sergipe!
Aperta a zabumba, geme sanfona, chama o triângulo
Porque o forró já vai começar!
Quando a sanfona abre o peito
O sertão inteiro vem cantar
No compasso da zabumba
Ninguém consegue sossegar
É Gilto puxando o fole
Lebreia fazendo a voz voar
Aroldo segura o balanço
E o salão começa a rodar
São tantos anos de estrada
Levando alegria sem igual
O verdadeiro pé de serra
É patrimônio cultural
Ô, meu povo! Vem pra roda, que é rojão!
Hoje a festa é de amizade e coração
Os Três Muleques levantam poeira no chão
No xote, no baião, no xaxado e no rojão
Ô, meu povo! Segure forte essa emoção!
Quem tem amor nunca canta em solidão
Enquanto a sanfona tocar nesse terreiro
Vai viver o nosso forró o ano inteiro
Já cruzaram tantas cidades
Espalhando amor pelo lugar
Cada palco vira festa
Quando o povo começa a dançar
Tem menino, tem vaqueiro
Tem senhora e trabalhador
Todo mundo dá as mãos
No embalo desse calor
Forró não é só melodia
É respeito e tradição
É abraço, é companheirismo
É verdade no coração
Sergipe tem muito orgulho
De um trio que sabe emocionar
Gilto, Lebreia e Aroldo
Nasceram pra nos encantar
Ô, meu povo! Vem pra roda, que é rojão!
Hoje a festa é de amizade e coração
Os Três Muleques levantam poeira no chão
No xote, no baião, no xaxado e no rojão
Ô, meu povo! Segure forte essa emoção!
Quem tem amor nunca canta em solidão
Enquanto a sanfona tocar nesse terreiro
Vai viver o nosso forró o ano inteiro
Pode o tempo passar ligeiro
Mas o forró não vai morrer
Enquanto existir amizade
Sempre haverá um amanhecer
Os Três Muleques seguem firmes
Com talento, fé e união
E o povo vai junto nessa história
Guardado pra sempre no coração
Viva Sergipe!
Viva Os Três Muleques!
E viva o forró de raiz!