Por Apego Eu Bebo

Jorge Ireno Reis

O sol radiante aquece a bela manhã de inverno
E o seu despertar carente foi com o frio da madrugada
Quando os meus olhos vão de encontro aos seus
Neles vejo escrito o seu desejo ardente de ser amada

No seu momento aventura busca um caso por acaso
Como se fosse a última vez, eu me jogo sem pensar
Ai disfarça o seu sentimento, e ferra com a minha vida
Perco o sossego, e o apego vem sem dó me castigar

E na sofrência por apego, eu bebo
Um copo e outro copo, vou na contramão de bar em bar
Para curar a dor do apego, eu bebo
Eu bebo cerveja pra esquecer, mas beber me faz lembrar


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