O candeeiro já pediu pra descansar
O óleo queimou até o pavio acabar
Olha pra cima, morena, vê a fresta
O Sol furou a telha, acabou a festa
O cheiro de poeira mistura com o café
Que a dona da casa passa pro Zé
A gente sai pisando no orvalho frio
O galo cantando na beira do rio
O corpo tá moído, mas a alma tá leve
Quem dança forró, a tristeza não deve
Vamos simbora, que a jornada é longa
Mas não chore, meu amor, tenha fé
Até semana que vem, se Deus quiser
No mesmo bate-coxa, no mesmo arrasta-pé!
Vamos simbora, que a jornada é longa
Mas não chore, meu amor, tenha fé
Até semana que vem, se Deus quiser
No mesmo bate-coxa, no mesmo arrasta-pé!
O candeeiro já pediu pra descansar
O óleo queimou até o pavio acabar
Olha pra cima, morena, vê a fresta
O Sol furou a telha, acabou a festa
O cheiro de poeira mistura com o café
Que a dona da casa passa pro Zé
A gente sai pisando no orvalho frio
O galo cantando na beira do rio
O corpo tá moído, mas a alma tá leve
Quem dança forró, a tristeza não deve
Vamos simbora, que a jornada é longa
Mas não chore, meu amor, tenha fé
Até semana que vem, se Deus quiser
No mesmo bate-coxa, no mesmo arrasta-pé!
Vamos simbora, que a jornada é longa
Mas não chore, meu amor, tenha fé
Até semana que vem, se Deus quiser
No mesmo bate-coxa, no mesmo arrasta-pé!