Gibão e Poeira

Jenison

Meu cavalo é de aço, meu peito é de couro
Não troco meu sertão por pedra de ouro
Corro atrás do garrote no meio da caatinga
Enfrento espinho, enfrento mandinga

A noite no rancho, a viola ponteia
A lua de prata clareia a areia
A saudade da amada aperta o gibão
Mas amanhã cedo tem mais apartação

Sou filho da terra, sou rei sem coroa
Vaqueiro nordestino, gente da gente boa

Derruba o boi, segura na faixa!
Aqui a gente não baixa a cabeça pra nada
Nunca baixa a cabeça, a não ser pra rezar
E pro gado valente que tem que pegar!

Derruba o boi, segura na faixa!
Aqui a gente não baixa a cabeça pra nada
Nunca baixa a cabeça, a não ser pra rezar
E pro gado valente que tem que pegar!

Meu cavalo é de aço, meu peito é de couro
Não troco meu sertão por pedra de ouro
Corro atrás do garrote no meio da caatinga
Enfrento espinho, enfrento mandinga

A noite no rancho, a viola ponteia
A lua de prata clareia a areia
A saudade da amada aperta o gibão
Mas amanhã cedo tem mais apartação

Sou filho da terra, sou rei sem coroa
Vaqueiro nordestino, gente da gente boa

Derruba o boi, segura na faixa!
Aqui a gente não baixa a cabeça pra nada
Nunca baixa a cabeça, a não ser pra rezar
E pro gado valente que tem que pegar!

Derruba o boi, segura na faixa!
Aqui a gente não baixa a cabeça pra nada
Nunca baixa a cabeça, a não ser pra rezar
E pro gado valente que tem que pegar!

Ê, vida de gado! Ê, sertão amado!


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