Mar do Gil

Gildomar Marinho

Meu mar nasce lá no Pindaré
Onde enguia é poraqué e o luar determina
O tempo da safra, das marés
De encher igarapés, das lições que me ensinam

Minha maré fez da onda, um banzeiro
Nesse rio bandoleiro que pro menino é um mar
E me fascina, me assusta, me ensina
Respeitar quem me domina mas nunca me sujeitar

Meu mar nasce lá no Pindaré
Onde enguia é poraqué e o luar determina
O tempo da safra, das marés
De encher igarapés, das lições que me ensinam

Minha maré tem no Pindaré o seio
E percorre mundo e meio até desaguar no mar
Por um caminho quanto mais fácil, difícil
Desviar do meu ofício de canto, amor e estradar

Meu mar nasce lá no Pindaré
Onde enguia é poraqué e o luar determina
O tempo da safra, das marés
De encher igarapés, das lições que me ensinam

Minha maré fez da onda, um banzeiro
Nesse rio bandoleiro que pro menino é um mar
E me fascina, me assusta, me ensina
Respeitar quem me domina mas nunca me sujeitar
Minha maré tem no Pindaré o seio
E percorre mundo e meio até desaguar no mar
Por um caminho quanto mais fácil, difícil
Desviar do meu ofício de canto, amor e estradar

Meu mar nasce lá no Pindaré
Meu mar nasce lá no Pindaré
Meu mar Meu mar


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