A última gota de orvalho será testemunha
Da paz que se fará presente quando eu me for
Esse ser insolente terá partido, enfim
Tão mordaz em vida
Farei questão de partir em silêncio
Sem lhe dar adeus
O meu sangue vai lavar teu ódio
Vai curar todo mal que eu puder ter feito
Pode me açoitar
Ao saber que eu já queimo no inferno
Quero que te alegres e sigas em paz
Com tua sórdida paixão
Guarde as mágoas pra depois
Não finja remorso, nem faça planos agora
Tirar sua própria vida não vai trazer de volta
Aquele que um dia viveu em mim
Já respirou através de você
Já se alimentou de você
Agora é carne morta