Nazireu

Emanuel de Albertin

Você disse ter vencido muitas guerras e batalhas
Que já foi como Sansão
Que exércitos deixaram de existir, através de suas mãos
E na vida já rasgou um leão no meio e com uma queixada matou um
Que já foi um nazireu, que já foi um nazireu

Talvez como Sansão abriu a boca e contou o segredo e perdeu pra uma mulher
Foi tirado, os seus olhos e cortado os seus cabelos, perdeu a unção
Mas você é nazireu e quem é nazireu
Mesmo na beira da morte não costuma perder

Ninguém apaga a história de um profeta, acredite
Deus vai levantar você
Faça como o próprio Sansão se humilhe
Quem sabe assim pode ter jeito

Ouça o que eu vou lhe dizer
Não vou, zombar de ti
Por muito tempo, os teus inimigos vão cair
Pois o teu cabelo vai crescer

Nazireu separado, ungido e honrado
Desde o ventre
O teu cabelo vai crescer
Quem me enviou aqui não mente

Nazireu separado, ungido e honrado
Desde o ventre
O teu cabelo vai crescer
Quem me enviou aqui não mente

Talvez como Sansão abriu a boca e contou o segredo e perdeu pra uma mulher
Foi tirado, os seus olhos e cortado os seus cabelos, perdeu a unção
Mas você é nazireu e quem é nazireu
Mesmo na beira da morte não costuma perder

Ninguém apaga a história de um profeta, acredite
Deus vai levantar você
Faça como o próprio Sansão se humilhe
Quem sabe assim pode ter jeito

Ouça o que eu vou dizer
Não vou, zombar de ti
Por muito tempo, os teus inimigos vão cair
Pois o teu cabelo vai crescer

Nazireu separado, ungido e honrado
Desde o ventre
O teu cabelo vai crescer
Quem me enviou aqui não mente

Nazireu separado, ungido e honrado
Desde o ventre
O teu cabelo vai crescer
Quem me enviou aqui não mente

O teu cabelo vai crescer
Quem me enviou aqui não mente
O teu cabelo vai crescer
Quem me enviou aqui não mente


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