Na mata escura
O mato
É casamata
Na mata escura
Quando entro na mata
Ela me abraça
Pedir licensa ao essencial
Para afastar todo mal
No escuro adentro
Corujas e bacuraus
Cantam seus cantos melódicos
Uma sinfonia natural
A medida que me acostumo
Folhas, galhos, um jardim
Um novo mundo à minha frente
Ou seria dentro de mim?