Peixe Morto

Côto

O depois nunca chega
Não importa o quanto eu agradeça
Sei que sou eu que faço o lar
Mas são todos tão iguais em qualquer lugar

Ter que abrir e expandir da mente
Porém no espelho só vejo um demente
Minha companheira a esperança
Tão requisitada pra ser pisoteada e deturpada

Então me explica de vez, porque ninguém vai fazer por mim
Se me sinto só, é no chão, foi no chão que eu caí
Não me segura, não me empurra, me deixa
Só quero espairacer, sentir que ainda posso


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