A Lua Irmã

Clarabela

Brinco, mulher! Teu corpo, tudo em torno,
Tua pele pêlo peito revirar
Inveja do sereno em frente a tua graça

Em todo o céu, o Sol já esquecia
E a Lua irmã me avisaria que deixe pra lá
Rasgando sentimento, o rascunho de um momento
Descobriria que teu presente inocente ausente
Não se aceita, deixa esperar!

Cancioneiro cansa a todos de cantar beleza imposta
Trajetória escrita pra não se apagar
Inverno, o teu calor, que vem e que passa

Em todo o céu, o Sol já esquecia
E a Lua irmã me avisaria que deixe pra lá
Rasgando sentimento, o rascunho de um momento
Descobriria que teu presente inocente ausente
Não se aceita, deixa esperar!

Aceite, deixe esperar...


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