Um barulho pelo ar se fez ouvir
Parecia uma festa no arraial
Curiosos se apressavam para ver
O motivo de tão grande festival
Perguntavam uns aos outros
Desta vez o que será?
O que foi que o homem grande
Pra seu povo decretou?
Curiosamente foram para
A festa e, ao chegar
Contemplaram que o troféu
Daquela festa era dor
Dor e morte de um homem
Que só fazia o bem e só dobrava
Seus joelhos para falar com seu Senhor
E por não negar a Cristo
Aqueles homens fariseus mandaram o matar
Mais uma vez ali se ouviu o gargalhar
De homens maus
Gritando em alta voz na multidão
Mata-o! Mata-o! Mata-o! Mata-o!
Expulsaram da cidade aquele
Homem e o levaram ao matador
Mas, cheio do poder de Deus
O homem ali chegou
Em oração a Deus
O homem para o céu olhou
E disse: Olhem, olhem!
Eu vejo os céus abertos
Eu vejo a Deus
Eu vejo a Sua glória
Eu vejo meu Jesus
Eu vejo Ele em pé, à direita de Deus
Mas nem assim aqueles homens maus
Tiveram compaixão
Tamparam seus ouvidos
E gritaram em alta voz
Apedreja-o!
Atiraram pedras para matar
E gritaram: Mata o pregador!
Esse homem vai ter
Que parar de clamar
Por esse seu Senhor!
Proferir palavras
E blasfêmias contra
O nosso Rei e nossa Lei
Nossos santos!
Mas o homem de Deus não parou de buscar
Em Deus a sua luz, parecia nos fazer
Lembrar que eles também mataram Jesus
Numa cruz pregaram o seu Senhor
Sendo santo e único Salvador das suas almas
Atiraram pedras para matar
E gritaram: Mata o pregador!
Esse homem vai ter
Que parar de clamar
Por esse seu Senhor!
Proferir palavras
E blasfêmias contra
O nosso Rei e nossa Lei
Nossos santos!
Mas o homem de Deus não parou de buscar
Em Deus a sua luz, parecia nos fazer
Lembrar que eles também mataram Jesus
Numa cruz pregaram o seu Senhor
Sendo santo e único Salvador das suas almas
Estevão viu o seu Senhor
Estevão viu a glória de Deus
Estevão viu