Potem

Carandina

É o que me mata
É o que me consome
É a minha impotência
Diante do tempo que passa impune

É o caos que constrói
É a saudade que queima
É a última maré
Que vem quebrando às margens da partida

É o que cai
Depois da chuva soar
É o que sobra
Depois do vento soprar

É o que cai
Depois do vento...

Razão de tudo ter um fim
Que pena pra mim
Que nunca suportei o fim

Razão do mundo ser assim
Em que todo fim
Deságua em mares de dor


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