O meu senhor, me levou a um rio
Um rio chamado rio íns
Barcos passam nele exibindo suas distrações
Passei com eles à margem vendo as atrações
Distrações dos outros, as imaginações
Aí, como eu gosto de nesse rio navegar
Aí eiá, já posso com muito gosto ver e criar
Voltando para casa vi um rio que nunca nenhum barco já havia passado
É meu rio secreto, onde eu apresento meus conteúdos, minhas criações ao vivo e à oculto
E foi assim que eu desfrutei do meu melhor
Aí, como eu gosto de nesse rio navegar
Aí eiá, já posso agora com muito gosto ver e criar
Aí, meu pai, como eu gosto de nesse rio navegar
Aí eiá, já posso com muito gosto ver e criar
Serenatas são feitas debaixo das janelas redondas ornamentais
Sacrifícios são feitos debaixo do luar e do Sol, astros celestiais
Janelas acesas, alguém está acordado, sacrifício surgindo
Tochas acesas no alto do Olimpo, janelas apagadas, alguém está dormindo
Sacrifícios feitos, as cinzas já estão me consumindo
Aí, como eu gosto de nesse rio navegar
Aí eiá, já posso com muito gosto ver e criar
Aí, como eu gosto de nesse rio navegar
Aí eiá, já posso agora com muito gosto ver e criar
Pedras são lançadas na minha janela
São notificações para eu ir ao rio íns
Dos seguidores que me veem
Quantas visualizações eu ganhei?
Seguidores que saciam minha fome
Quantas curtidas eu ganhei?
Aí, como eu gosto de nesse rio navegar
Aí eiá, já posso com muito gosto ver e criar
Com o barco navegando no rio íns
Na minha frente vejo janelas das variedades de cópias de vaidades
Os pratos que alimentam os faróis que guiam os navegantes do rio íns
No céu um farol brilha diferente, para ele me seguindo e eu volto para meu rio secreto
Aí, como eu gosto de nesse rio navegar
Onde a exibição dos conteúdos e status são privados e tudo é curtido em primeira e última mão por mim
No rio secreto somos só nós dois, onde curtirmos, curtir, me curte, à mim
Aí, como eu gosto de nesse rio navegar
Aí eiá, já posso agora com muito gosto ver e criar