E correram memórias, voltaram com dor
Mas eu vi: Não sou eu, é só um rumor
Do fundo do medo, sobe um antigo alarme
Mas eu subo mais alto, não sou mais alarme
Algo em mim sussurra, sem grito, sem demora
É só um eco velho, observa, vai embora
Chego no centro, no espaço entre o som
Ali não há passado, só presença em tom
Há em mim promessas, mas não sou promessa
Mas não sou promessa
Há em mim escolhas, mas não sou pressa
Mas não sou pressa
Padrões me semeiam, eu os vi brotar
Eu os vi brotar
Mas não sou semente, nem vou me podar
Nem vou me podar
Sou o que observa, não o semeador
Sou o que ainda fica, mesmo quando há dor
Toco o chão do caos, do velho mistério
Mas não sou o caos, sou o olhar sincero
Vontades surgiram, desejo, tensão
Mas eu digo: Isso habita, não sou a prisão
Ilusões se foram, ficaram ruínas
Mas eu não sou ruína, sou quem ilumina
Chamavam de Sião, chamavam de voz
Mas agora eu entendo
Essa voz sou nós
Há em mim promessas, mas não sou promessa
Mas não sou promessa
Há em mim escolhas, mas não sou pressa
Mas não sou pressa
Padrões me semeiam, eu os vi brotar
Eu os vi brotar
Mas não sou semente, nem vou me podar
Nem vou me podar
Sou o que observa, não o semeador
Sou o que ainda fica, mesmo quando há dor
Toco o chão do caos, do velho mistério
Mas não sou o caos, sou o olhar sincero
Vontades surgiram, desejo, tensão
Mas eu digo: Isso habita, não sou a prisão
Ilusões se foram, ficaram ruínas
Mas eu não sou ruína, sou quem ilumina
Chamavam de Sião, chamavam de voz
Mas agora eu entendo
Essa voz sou nós
Há em mim promessas, mas não sou promessa
Mas não sou promessa
Há em mim escolhas, mas não sou pressa
Mas não sou pressa
Padrões me semeiam, eu os vi brotar
Eu os vi brotar
Mas não sou semente, nem vou me podar
Nem vou me podar
Sou o que observa, não o semeador
Sou o que ainda fica, mesmo quando há dor