No abismo das almas aprisionadas
Solveig enfrentou os seus algozes
Das trevas vieram hordas desvairadas
Condenadas a suplícios atrozes
Seu espírito sofreu uma mutação
Assumindo a aparência de uma fera
Presas de lobo, garras de destruição
Um pesadelo pior do que qualquer quimera
Os carrascos avançaram naquela imensidão
Armados de garras, dentes e instrumentos
A imensa loba destroçou a formação
Deixando os verdugos em fragmentos
Solveig, chacina nas profundezas
A fera massacra os torturadores
Solveig, banquete de ferocidade
Dilacera os antigos opressores
Nas mandíbulas, a cabeça de um carrasco
Nas garras, os restos de outro condenado
A fera esmagou um demônio e o lançou num penhasco
Todos testemunharam aquele ser todo despedaçado
Os demônios investiram novamente
A loba respondeu com selvageria
Destruiu a vanguarda brutalmente
Enquanto a retaguarda fugia
Solveig, chacina nas profundezas
A loba massacra os torturadores
Solveig, banquete de ferocidade
Dilacera os antigos opressores
Solveig, chacina nas profundezas
A fera massacra os torturadores
Solveig, banquete de ferocidade
Dilacera os antigos opressores