Olhos Calmos

Anum Preto

Eu não me apresso mais
A graça tá na calma
Com que seus dedos, gastos
Recém tocados, recém riffados, recém nascidos
Das minhas costelas
Vem acompanhados
Dos teus olhos calmos
E, talvez por isso, eu veja graça na calma
Da tempestade castanha no meu caminho
E eu tropecei

Temos coisa pra falar


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