O universo era jovem em idade
Das brechas profundas da realidade
Surgiu uma civilização estelar
Cuja força se media no amar
Aprenderam a tudo despertar
Com a música e o som estelar
Rocha, estrela ou o brilho do céu
Mente livre, sem qualquer véu
É som, é canção, é sonhar
São os primeiros a criar
Filhos da luz, sementes do infinito
Antigos além do tempo e do mito
O cantar da realidade a obedecer
Faz a tapeçaria do cosmo se mover
Onde há desgaste, silêncio ou dor
Eles conduzem a cura com amor
Pelo espaço viajam exploradores
Lendas vivas, deuses sonhadores
Ensinam, escutam e transmutam
E onde chegam, os povos florescem
É som, é canção, é sonhar
São os primeiros a criar
Filhos da luz, sementes do infinito
Antigos além do tempo e do mito
Jardineiros de flores estelares
Criadores de mundos e novos lares
No universo antes mudo e profundo
Plantam sementes que despertam o mundo
Os primeiros filhos cósmicos
Aos nossos olhos, seres exóticos
Semelhantes ao que já conhecemos
Mas além de tudo que compreendemos
É som, é canção, é sonhar
São os primeiros a criar
Filhos da luz, sementes do infinito
Antigos além do tempo e do mito
Ensinam a cura e a pura criação
Rejeitam o medo e a dominação
Seres angelicais em essência
Deuses antigos em sua aparência
Filhos d'Aquele que conduz
Primeiros entre os criados da luz
São som, são canção, são sonhar
Raça ancestral que veio plantar
É som, é canção, é sonhar
São os primeiros a criar
Filhos da luz, sementes do infinito
Antigos além do tempo e do mito
É som, é canção, é sonhar
Raça ancestral a semear
Filhos da luz, viajantes do infinito
Vivem além do tempo, além do mito