É como viver com sonhos que tirariam seu sono
Mesmo assim, se manter de pé é por quem você quer bem
Viver assim é
É como resistir à dor, se opor ao terror
Manter de pé e ser
Mais do que imaginou
Se erguer em meio ao pavor
Mesmo em ruínas, ser
A mente é o poço em que despejam-se as almas
E o choro esconde-se
Quando o olhar mudar, o amor vai pra longe
Longe, longe, onde se esconde
Esse peso na alma que me consome e some
Torna dias em noites más, mas não vai me apagar
É como viver com sonhos que tirariam seu sono
Mesmo assim, se manter de pé é por quem você quer bem
Viver assim é
É como resistir à dor, se opor ao terror
Manter de pé e ser
Mais do que imaginou
Se erguer em meio ao pavor
Mesmo em ruínas, ser
Ser inquebrável (ável)
Oh!
Inabalável (ável, ável)
Oh, oh!
É como resistir à dor, se opor ao terror
Manter de pé e ser
Mais do que imaginou
Se erguer em meio ao pavor
Mesmo em ruínas, ser inquebrável
O peso que nos machuca, eu sei bem
Carrego dentro de mim a face de quem
Já sofreu com medo (medo)
Oh, desespero e aperto no peito
Chamas que queimam por dentro não mais
E quem viu, viu choro, pois não cai mais
É como um rio, rio forte, muda, mas vai
Noites a fio, frio, sofrendo nunca mais
Onde se viu, viu medo, força traz
Tão forte quanto o aço no fogo moldado
Marcado, não quebrado, eu sou inquebrável
É como viver com sonhos que tirariam seu sono
Mesmo assim, se manter de pé é por quem você quer bem
Viver assim é
É como resistir à dor, se opor ao terror
Manter de pé e ser
Mais do que imaginou
Se erguer em meio ao pavor
Mesmo em ruínas, ser
Ser inquebrável (ável)
Oh!
Inabalável (ável, ável)
Oh, oh!
(Ável, ável)
É inexplicável
Como pôde se tornar
Tão inquebrável