Oh, oh, oh, oh, oh, oh nem julgamento
É reflexo da própria condição
A morte não muda a consciência
Não cria luz nem escuridão
Ela apenas revela o estado
Que já existia na intenção
Desejos não resolvidos continuam
Drogas prazeres compulsão
E ali consciências se conectam
Para alimentar a mesma ilusão
Assim surgem laços obsessivos
Não por maldade ou missão
É troca inconsciente de carência
Entre seres na mesma condição
O umbral é afinidade em ação
Consciências no mesmo padrão
Não é castigo nem julgamento
É reflexo da própria condição
A morte não muda a consciência
Não cria luz nem escuridão
Ela apenas revela o estado
Que já existia na intenção
O nem toda consciência permanece
Onde não consegue mais respirar
Quando o cansaço do próprio estado chega
Surge o impulso de mudar
O aprendizado começa no limite
Na exaustão da repetição
É ali que nasce o desejo real
De transformar a vibração
Não é milagre nem resgate mágico
É luz e desinformação
A consciência muda o próprio campo
Quando muda sua direção
O ambiente responde de imediato
Há um novo modo de perceber
A dimensão se ajusta sozinha
Quando o ser começa a crescer
Quem vive com mais equilíbrio
Consciência verdade e harmonia
Ao deixar o corpo acesso a campos
Onde a clareza organiza o dia
Ambientes mais leves e lúcido