O seu escudo é meu índigo púrpura
Um marujo espertalhão da língua azul
Abre os olhos pra dentro de mim
Vejo memórias que eu nunca vivi
No espelho eu sei, tudo faz sentido
Sou mais que carne, sou infinito
Desperta, consciência antiga
O que as grades da vida antiga
Esquiar de fogo que guia
Sobre a imensidão e plana vigília
Caminho na tormenta sem me perder
Nem tão sozinho é como eu faço ver
Cada espelho é um portal sutil
Entre a matéria e o que é sutil
Desperta, consciência antiga
O que as grades da vida antiga
Esquiar de fogo que guia
Sobre a imensidão e plana vigília
São meus medos, nem meu passado
Sou um ser que só queria poder
A verdade grita sem fazer som
Consciência é tempo
Meu dom
Desperta
Vigília