Eu fico chocado com essa criatividade e improvisação
Que o povo tem de transforma tudo em local de pegação
Numa praça abandonada onde ninguém pisa
A gay vai lá, agacha e improvisa
Não precisa de cama, lençol ou muro
A regra é clara: Basta o lugar tá escuro
Chego na academia pra malhar
Mas tenho medo de ir no banheiro mijar
Não tem ninguém no supino, tá geral no chuveiro
Fazendo a chuca na pia, no maior desespero
O instrutor finge que não vê a movimentação
Mas tem três num box só, fazendo banheirão
É na praça, é no mato, é no fundo do quintal
Os caras não tem limites pra levar pau
Não importa se é sujo, se é a céu aberto
Se tem um buraco, tem uma gay por perto
Até no cinema não tem pra onde correr
Fui ver um filme de guerra, pra esparecer
Na tela o general soltava a granada
Mas na fila do fundo era briga de espada
A poltrona tremia e não era efeito 4D
Era um safado botando sem ninguém perceber
É na praça, é no mato, é no fundo do quintal
Os caras não tem limites pra levar pau
Não importa se é sujo, se é a céu aberto
Se tem um buraco, tem uma gay por perto
Fugi pro Arpoador pra ver a brisa do mar
Mas em cima da pedra, o pau comia sem parar
O chão cheio de mato, xixi e lixo
Mas o passivo deita e nem liga pros bichos
E ainda tem a areia que entra sem permissão
Mistura com KY e vira esfoliante de botão
O cara sai assado, parecendo um siri
Com a bunda cheia de areia, mas não para de sorrir
É na praça, é no mato, é no fundo do quintal
Os caras não tem limites pra levar pau
Não importa se é sujo, se é a céu aberto
Se tem um buraco, tem uma gay por perto
Tem uma gay por perto