Se a paciência é uma virtude
Melhor eu ter saúde, pra aguentar a barra que é te esperar
Duro é viver nesse absurdo
Espinhos de veludo, que nem a própria saudade pode suportar
Sabe que até desejo, voltar no tempo
Te olhar nos olhos e poder me segurar
Não te pedir um beijo, ficar em silêncio
E a nossa história sempre a imaginar
Mas a praça é um canteiro com flor de azaléia
Um sorriso de tremer as pernas
Dei um beijo com a força de um mar, ah, ah
De verdade, é um pedaço de mim que já sabe
Vou vivendo apenas metade
Todo dia que não te encontrar, ah, ah