Aprisionada
Dentro da minha própria cabeça
Você nunca me entenderia
Nunca passeu por um sentimento tão forte de fraqueza
Você me fala que é só um momento ruim
Quem me dera fosse fácil assim
Quem me dera conseguir passar uma madrugada
Sem pensar no meu fim
Tem gente lá fora querendo um pedaço de mim
A morte me segue tentando encontrar uma brecha
Outro dia, outra luta, outro luto, outra culpa
Você diz: A culpa é sua, e acabou a conversa
Bate na minha porta, fala que eu tô morto
Zomba do meu corpo, falando sozinho
Eu não acredito mais
Acredito mais
Eu não acredito mais
Eu consigo ver a morte lá, ela tá esperando eu me desestabilizar
Um único momento em que eu perca minha razão, onde olho pro céu e grito que não aguento mais
Sinceramente, sempre fui fraco demais
Vivendo presente, passado, futuro, e tudo no mesmo momento
Você consegue olhar pra minha face e não vê o quanto eu tô cansado
Mas mesmo que você conseguisse ver, eu sei que não mudaria nada
Porque desde muito pequeno a felicidade anda estagnada
Me fala, como que eu vou poder confiar em você?
Se tudo que você fez foi cortar minhas asas fora
Me fala, como que eu vou conseguir confiar em mim?
Se tudo que eu fiz foi me torturar até agora
Eu pensei que encontrei um motivo pra sorrir
Mas errei quando eu me conectei com ti
Então olha para mim, faz o que você mais sabe
E fala que eu sou ruim, e que vou ser sempre assim
Bate na minha porta, fala que eu tô morto
Zomba do meu corpo, falando sozinho
Eu não acredito mais
Acredito mais
Eu não acredito mais
Em você-ê-ê-ê-ê
Bate na minha porta, fala que eu tô morto
Zomba do meu corpo, falando sozinho
Eu não acredito mais
Acredito mais
Eu não acredito ma-a-a-a-a-a-a