Quando nasceu
Tiro noir
Filho do cais
Mãe solteira
Santo vagabundo, vaga-lume de chapeu
Abracando a luz do breu do mar
Um mago de pernas pro ar
Revelando cores, reverenciando o céu
Na retina do olhar, vai brilhar
Vai brilhar no
Vai brilhar no céu
No céu, no céu
Coro comeu
Deu no que deu
Tudo do mal virou cachaca
Sabado de espuma revestido de cetim
A fantasia que eu criei pra mim
Um mago de pernas pro ar
Revelando cores, reverenciando o céu
Na retina do olhar, vai brilhar
Vai brilhar no
Vai brilhar no céu
No céu, no céu