São Paulo antiga
É facim, facim
Canta-se assim
Laiá laiá
Laiá laiá
Laiá laiá
Laiá laiá
De novo
Laiá laiá
Laiá laiá
Laiá laiá
Laiá laiá
Onde está a São Paulo antiga
Que dá saudade no vovô
No lugar do antigo bonde
Hoje corre o metrô
Vovô conta suas façanhas
Quanta luta, sua história
O tramway da Cantareira
Volta a correr em sua memória
Onde está a São Paulo antiga
Que dá saudade no vovô
No lugar do antigo bonde
Hoje corre o metrô
Laiá laiá laiá
Quantos edifícios e viadutos
Tantos carros na contramão
A gente até pensa que não é de vidro
Que osso não quebra se vai ao chão
Quando vovô sai de casa pra ir ao doutor
É preciso acompanhante
Vai sentindo tanta dor
Mas precisa aguentar
Quem construiu essa gigante
Hoje dentro de um metrô lotado
Vê que quem já está sentado
Está dormindo e quer sonhar
Onde está a São Paulo antiga
Que dá saudade no vovô
No lugar do antigo bonde
Hoje corre o metrô
Chegou aqui ainda menino
Foi morar em uma pensão
No fim da rua José Paulino
Bem onde nasceu o Timão
Ai lalaiá
Deu duro na Têxtil Zetec
Onde conheceu Maria Helena
Um pouco abaixo da Fatec
Estação Armênia, ponte pequena
Ai lalaiá lalaiá
Onde está a São Paulo antiga
Que dá saudade no vovô
No lugar do antigo bonde
Hoje corre o metrô
Onde está a São Paulo antiga
Que dá saudade no vovô
No lugar do antigo bonde
Hoje corre o metrô