Tem dias que não há o que fazer
Só ajoelhar e deixar a alma falar
Quando tudo escapa das minhas mãos
Descubro que orar é o plano, não a última opção
Eu oro, não como fuga, mas como decisão
Porque já entendi: Não controlo o amanhã
Mas posso entregá-lo em oração
E descansar em quem tudo já vê com perfeição
Não preciso entender pra confiar
Nem sentir pra saber que estás
Quando orar é tudo que tenho
É ali que tenho tudo o que preciso
Não é pouco ajoelhar
É tocar o céu com as mãos do coração
É me esvaziar pra ser preenchida
É me render pra vencer na direção