Silêncio
O sinal voltou, eu assumi o comando
Acordei, mas não tava vivo
Reagindo ao mundo automático e passivo
Ruído na mente, vozes dizendo quem eu sou
Mas nunca disseram quem eu posso ser
Dias iguais, preso no mesmo roteiro
Vivendo em loop, sendo só mais um no meio
Até que algo dentro de mim despertou
E disse: Você não nasceu para assistir
Eu ouvi o chamado no meio do caos
Não é o mundo, sou eu que mudo o final
Quando eu levanto e assumo o controle
Tudo responde ao que eu sou por dentro
Eu sou, eu sou antes de ser
Eu sinto, eu sinto antes de ter
Eu vivo antes de ver a realidade ceder
Eu não espero mudar, eu mudo o jeito de olhar
O comando voltou para mim
E o ruído chegou ao fim
Minha mente era campo de interferência
Pensamentos roubando minha consciência
Mas eu reescrevi minha direção
Hoje eu governo minha própria frequência
Se o medo fala, eu não obedeço
Se a dúvida vem, eu não me perco
Eu não sou mais reação momentânea
Eu sou constância, mente soberana
Eu não peço sinal, eu sou emissão
O que era impulso virou decisão
No invisível eu já conquistei
Agora o tempo só confirma o que eu sei
Eu sou, eu sou antes de ser
Eu sinto, eu sinto antes de ter
Eu vivo antes de ver a realidade ceder
Eu não espero mudar, eu mudo o jeito de olhar
O comando voltou para mim e o ruído chegou ao fim
Mesmo no deserto eu permaneci
Sem aplauso, sem prova, eu não desisti
Porque quem é não depende de ver
E quem governa não precisa provar para crer
Onde eu piso o transe cai
Onde eu falo o ruído se desfaz
Eu não sigo mais a multidão
Eu sou o ponto de inflexão
Eu sou, eu sou antes de ser
Eu carrego o que ninguém pode ver
Eu vivo sem depender do que o mundo
Diz que vai acontecer
Eu não paro, eu assumi o controle
Sempre foi meu, agora o sinal voltou
E tudo ao meu redor se alinhou
O comando é meu, o ruído cessou
Tudo começa dentro e agora começou