As sombras nos disseram para calar
Que o tempo era areia difícil de segurar
De cada porta fechada
A gente ouviu a força da madrugada
Não é sobre o muro que tentam erguer
É sobre a visão que eles não podem ver
Brasil, o grito agora é de vidro
Que estilhaça a mentira, que queima o perigo
Nossas mãos se entrelaçam no asfalto quente
O futuro é o suor de toda essa gente
E a justiça que acorda é o passo no chão
A voz da verdade na palma da mão
O mapa mudou, não aceitamos o espelho
Que nos mostrava um mundo cansado e vermelho
Cansado e vermelho
A transparência é o fogo que limpa o caminho
Ninguém faz a história, se sente sozinho
Unidos num pulso que o medo não cala
Somos a ponte, o povo a falar
Brasil, o grito agora é de vidro
Que estilhaça a mentira, que queima o perigo
Nossas mãos se entrelaçam no asfalto quente
O futuro é o suor de toda essa gente
E a justiça que acorda é o passo no chão
A voz da verdade na palma da mão
É agora!
É agora!
É por nós!
É por nós!
Uma só alma, uma só voz!
A transparência é o fogo que limpa o caminho
Ninguém faz a história, se sente sozinho
Unidos num pulso que o medo não cala
Somos a ponte, o povo a falar
Brasil, o grito agora é de vidro
Que estilhaça a mentira, que queima o perigo
Nossas mãos se entrelaçam no asfalto quente
O futuro é o suor de toda essa gente
E a justiça que acorda é o passo no chão
A voz da verdade na palma da mão
É agora!
É agora!
É por nós!
É por nós!
Uma só alma, uma só voz!
Brasil, o grito agora é de vidro
A voz da verdade na palma da mão
Sempre!