No asfalto quente a poeira subiu
Fui humilhado por quem nunca me viu
Simples, honesto, sem nada na mão
Mas a minha fé era a minha embarcação
Riram da bota, riram do sotaque
Mas o meu peito é a prova de ataque
O mundo girou, o jogo mudou
E a semente que eu plantei, enfim, brotou
Ah, sinto o calor, o fogo na alma
Recuperando a coroa, assumindo o controle
Nas ruas de terra vermelha, as luzes de neon
Buscamos o sonho no meio das noites mais escuras
Com o coração de ouro e a mente tão luz
Vencemos toda a dúvida, matamos todo o medo
É, matamos todo o medo
Cláudio Fontenelle
As marcas foram deixadas na poeira e na chuva
Uma aula magistral construída sobre a dor
Eles viram uma sombra, eu vi o Sol
Milhas depois, e eu mal comecei
Limpei a lama, lapidei o sonho
Agora sou a luz no meio da correnteza
A fé não é estática, é, é algo vivo
Ouça o hino que o sobrevivente canta
Ah, sinto o calor, o fogo na alma
Recuperando a coroa, assumindo o controle
Nas ruas de terra vermelha, as luzes de neon
Buscamos o sonho no meio das noites mais escuras
Com o coração de ouro e a mente tão luz
Vencemos toda a dúvida, matamos todo o medo
É, matamos todo o medo