Na casa humilde de Nazaré, uma mulher de fé
Guardou no coração, dor, silêncio e oração
Sem muitas palavras, em silêncio e clamor
Acolheu em seu peito, uma dor maior
E mesmo sem entender, Ela escolheu crer
No silêncio onde Deus se esconde, Ela ficou de pé
Quando a promessa parecia distante, Ela ainda tinha fé
Sem ver caminhos tão claros, sem luz pra se guiar
Maria, mãe do invisível, me ensina a esperar
Quando o mundo silenciou, na cruz viu a terra escurecer
Havia ainda uma chama de luz, que só o seu coração acolheu
No dia da espera e da dor, sem sinais do Senhor
Ela lembrava o que Ele dizia: Permanece firme no meu amor
E quando a dor chegou
O céu não explicou
No silêncio onde Deus se esconde, Ela ficou de pé
Quando a promessa parecia distante, Ela ainda tinha fé
Sem ver caminhos tão claros, sem luz pra se guiar
Maria, mãe do invisível, me ensina a esperar
Quando tudo terminou na cruz, e o mundo inteiro escureceu
Havia ainda um fio de luz, que só o coração Dela entendeu
No sábado da solidão, sem ver ainda a ressurreição
Ela abraçou o que restou: Uma fé sem explicação
No silêncio onde Deus se esconde, Ela ficou de pé
Quando a promessa parecia distante, Ela ainda tinha fé
Sem ver caminhos tão claros, sem luz pra se guiar
Maria, mãe do invisível, me ensina a esperar