Nas areias do deserto
Onde o Sol não quer brilhar
Dorme um segredo liberto
Pronto para amaldiçoar
Linho seco que envelhece
Enrolado na maldade
Quando a Lua enfim aparece
Ele busca a eternidade
Passos lentos que rastejam
Pelas areias da tumba fria
Olhos ocos que desejam
Roubar toda a luz do dia
Oh, múmia maldita
Vinda do abismo ancestral
Sua vingança é infinita
Um pesadelo real
O deserto chora a chegada
Do guardião da escuridão
Nossa mente é sua nova morada
Sem descanso ou salvação
Não adianta correr mais
O lacre foi corrompido
Entre sombras imortais
O horror foi renascido
O sarcófago se abre
Um gemido arrepiante
O que era apenas lenda, sabe
Traz sofrimento lancinante
A areia sopra seu nome
Em um lamento profundo
O horror que ele consome
Quer devorar todo o mundo
Oh, múmia maldita
Vinda do abismo ancestral
Sua vingança é infinita
Um pesadelo real
O deserto chora a chegada
Do guardião da escuridão
Nossa mente é sua nova morada
Sem descanso ou salvação
As faixas revelam a dor
De quem nunca descansou
O antigo faraó
O tempo não perdoou
Volte para o seu repouso
Nesta terra abandonada
O silêncio é monstruoso
E a noite nunca mais acaba
Oh, múmia maldita
Vinda do abismo ancestral
Sua vingança é infinita
Um pesadelo real
O deserto chora a chegada
Do guardião da escuridão
Nossa mente é sua nova morada
Sem descanso ou salvação
Oh, múmia maldita
Vinda do abismo ancestral
Sua vingança é infinita
Um pesadelo real
O deserto chora a chegada
Do guardião da escuridão
Nossa mente é sua nova morada
Sem descanso ou salvação